Pé Torto Congênito

O pé torto congênito é uma deformidade presente ao nascimento. O cuidado especializado deve começar cedo e continuar ao longo do crescimento.

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Início precoce

A avaliação nas primeiras semanas permite organizar o acompanhamento e orientar a família desde o começo.

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Correção progressiva

O tratamento pode envolver manipulações e gessos seriados, definidos de acordo com a avaliação especializada.

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Acompanhamento contínuo

Mesmo após a correção inicial, o seguimento é importante para manter os resultados e observar possíveis recidivas.

Por que manter o acompanhamento

O crescimento dos pés e das pernas exige observação regular durante as diferentes fases da infância, com orientações claras para a família.

  • Orientar cada etapa do cuidado de forma clara
  • Acompanhar a correção e o desenvolvimento do pé
  • Identificar precocemente sinais de recidiva

O plano de cuidado é individual e depende do exame da criança e de sua evolução durante o acompanhamento.

Informação para famílias

Entenda a condição e a avaliação

O que é o pé torto congênito

O pé torto congênito é uma deformidade presente ao nascimento, na qual o pé se encontra rodado para dentro e para baixo. Pode afetar um ou os dois lados e apresentar diferentes graus de rigidez.

A condição pode ser percebida no ultrassom pré-natal ou no exame do recém-nascido. Após o nascimento, a avaliação especializada confirma as características do pé e organiza o início do cuidado.

Como funciona o Método de Ponseti

O Método de Ponseti utiliza manipulações suaves e trocas seriadas de gesso para corrigir progressivamente os componentes da deformidade. Em parte dos casos, uma pequena tenotomia do tendão de Aquiles integra o protocolo.

Depois da correção, a órtese de abdução ajuda a manter o resultado. O uso conforme a orientação e o acompanhamento durante o crescimento são importantes porque pode haver recidiva.

Dúvidas frequentes

Quando o tratamento pode começar?

A avaliação costuma ser organizada nas primeiras semanas de vida. O momento exato considera as condições do bebê e a orientação da equipe assistente.

O acompanhamento termina depois dos gessos?

Não. A fase de manutenção com órtese e as revisões durante o crescimento fazem parte do cuidado e ajudam a identificar sinais de recidiva.

Seu filho apresenta dor, alteração da marcha ou alguma dúvida ortopédica?

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